Aprimorando a realidade aumentada no nosso dia-a-dia

20th July 2016
Posted By : Enaie Azambuja
Aprimorando a realidade aumentada no nosso dia-a-dia

Recentemente, escutei alguém da Google mencionar a última geração do Google Assistant, que promete aprimorar a pesquisa de formas inovadoras e incríveis. O palestrante falou sobre como seria estar de frente para uma estátua pública e simplesmente dizer para o seu celular “Quem fez isto?”, e o telefone seria capaz de capturar os dados contextuais da sua posição.

O seu celular não só irá te informar sobre o nome da estátua, bem como oferecerá outros fatos interessantes. Em algum momento, ao ampliar a função do aplicativo, você poderá interagir com uma versão digitalmente aprimorada da estátua. Essas são algumas das promessas para o futuro.

Mas como a promessa torna-se, de fato, realidade e o que acontece quando essas práticas tornam-se lugar comum? Ao aprofundar o conhecimento sobre esse tipo de maravilha moderna, que está inserida na infraestrutura atual, pode-se perceber imensa ineficácia, por causa das arquiteturas de rede atuais e do fluxo de tráfego. Se o seu comando deve ser enviado através de todo o caminho até o núcleo da rede para que seja analisado e respondido, isso pode resultar em um tempo de resposta por muitos considerado inaceitável. Agora imagine os requisitos dos recursos para esses tipos de aplicações quando você multiplica um usuário para milhares ou até mesmo milhões. A rede sofrerá um desgaste massivo. Essa carga aumentará ainda mais o tempo de envio da resposta e poderá nos levar a tomar atitudes drásticas, como abrir um guia em papel ou, deus não permita, pedir informações a pedestres próximos!

A nova era do mobile edge computing (MEC)

Para fazer com que essas aplicações contextuais e com recursos pesados sejam viáveis, a solução é migrar a potência do computador para a borda da rede. Essa abordagem é conhecida como Mobile Edge Computing (MEC.) Ao dispor a capacidade da computação em nuvem na borda, você cria efetivamente uma “neblina” que permite com que operadoras de celular, provedores de serviços e conteúdos, jogadores de OTT e ISVs capturem valores em termos de proximidade, contexto, agilidade e velocidade, os quais uma solução computacional na borda pode fornecer. Porém, todos esses componentes devem suprir requisitos de maneira confiável. A maioria das pessoas não aguenta esperar mais do que alguns segundos para que uma página da web carregue. Nós não toleramos esperar para que uma máquina responda.

A Artesyn, China Mobile, Intel e Wind River criaram uma demonstração para provar como a experiência do consumidor pode ser aprimorada com o uso do MEC. A demonstração apresenta como o visitante de um museu de arte pode ser capaz de enriquecer a sua experiência, em relação às obras de arte exibidas, através da Realidade Aumentada (Augmented Reality [AR]). A demonstração apresenta como o visitante pode ser identificado através de reconhecimento facial assim que entra no museu, o qual pode, então, utilizar os dados para personalizar a experiência. Enquanto o visitante circula pelo museu, as exibições tomam forma, demonstrando, portanto, a habilidade de equilibrar a versatilidade e a inovação a fim de gerar interesse por parte do usuário final sobre o que observam. Imagine experimentar uma interação em tempo real com a obra de arte à sua frente!

O que torna isso possível é a FlexRAN (scalable density virtualised baseband pooling) integrada e a solução MEC. Essa demonstração incorpora um sistema Artesyn MaxCore integrado em processadores Intel Xeon e Wind River Titanium Server, uma infraestrutura de virtualização de rede de alto desempenho e altamente acessível. A combinação fornece a flexibilidade e agilidade necessárias para responder a variados níveis de demanda de recursos, enquanto garante a disponibilidade e tempo de atividade necessários para uma solução de cobertura inteligente.

Essa demonstração foi primeiramente apresentada no Mobile World Congress em Barcelona esse ano e continua a ser aprimorada para provar a potência de uma solução MEC. A versão atual foi exibida na semana passada no Mobile World Congress em Shanghai, China. Caso você tenha perdido o evento em Shanghai, a demonstração pode ser visualizada por consulta ao contactar o seu representante Intel.

Por Jeff Gowan.


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