5 funções de celular para um futuro próximo

20th January 2016
Posted By : Enaie Azambuja
5 funções de celular para um futuro próximo

O número de pessoas que utilizam smartphones não para de crescer. No Brasil, já são mais de 70 milhões de usuários, segundo estudo da Nielsen IBOPE. Também crescente é o universo de possibilidades que o aparelho apresenta. O smartphone já mudou de vez a forma como a gente cria, trabalha, faz compras, circula pela cidade e se relaciona com os amigos.

E ainda pode afetar profundamente muitas outras áreas do dia a dia. Pensando nisso, selecionamos cinco habilidades e funções surpreendentes que já estão em desenvolvimento. Em breve seu celular poderá:

1- Ser recarregado apenas uma vez por semana
Um novo material promete reduzir drasticamente a quantidade de energia necessária para iluminar a tela do aparelho – tarefa que consome cerca de 90% da carga armazenada na bateria. A novidade equivale a um filme extremamente fino, capaz de manipular a luz com uma ótima relação de custo-efetividade. Na prática, isso significa que, a partir de uma corrente elétrica bem fraca, é possível obter imagens de cores vívidas e com alta resolução. E mais: elas não “cansam” a vista, pois o resultado é parecido com o de uma superfície de papel. À frente da proposta está a Bodle Technologies, que nasceu dentro da Universidade Oxford, no Reino Unido. A meta da empresa é apresentar um protótipo da nova tela dentro de um ano e promover a aplicação da tecnologia também em wearables (como óculos e relógios) e janelas inteligentes.

2- Recarregar a bateria por meio de um fogão ou com as mãos
Transformar calor em eletricidade – essa é a ideia por trás de uma instalação termoelétrica, seja ela gigantesca (como a Usina Porto de Sergipe I, que será a maior do Brasil) ou portátil. A BioLite Camp Stove, por exemplo, é um tipo de fogareiro capaz de recarregar smartphones quando aceso. No Malauí, onde apenas 10% da população tem acesso a energia elétrica (segundo dados do Banco Mundial), o mesmo princípio é adotado. Lá, as pessoas conseguem carregar equipamentos eletrônicos conectando um gerador termoelétrico a um fogão de barro, onde a comida é preparada. Já a Fujifilm foi além e desenvolveu um carregador que funciona a partir do calor emitido pelo corpo – basta colocar as mãos no aparelho para gerar energia

3- Gravar vídeos de realidade virtual
A startup americana Emergent VR planeja lançar em breve um aplicativo, chamado Mobius, que permita gravar com um smartphone comum vídeos que depois sejam vistos em óculos de realidade virtual. Hoje, já é possível fazer fotos que mostrem uma cena em 360º. Mas quem quiser fazer um vídeo do tipo precisa contar com uma série de câmeras, instaladas num equipamento especial, para registrar a imagem de uma vez só e promover no usuário a experiência de imersão. Além de permitir o registro desses vídeos, a Emergent VR também quer oferecer uma plataforma onde esse material seja compartilhado – como um Instagram da realidade virtual. A startup acaba de levantar US$ 2,2 milhões junto a investidores como Google Ventures para desenvolver a proposta.

4- Funcionar como um estetoscópio
Desenvolvido por um grupo de cardiologistas da Flórida, o Heartbuds é um dispositivo que pode ser acoplado ao smartphone para ouvir (e gravar) sons internos do corpo. O produto ajuda gestantes, por exemplo, a monitorar os batimentos cardíacos do bebê. Também é útil para pessoas com problemas no coração, que podem gravar a frequência cardíaca quando perceberem alguma alteração e compartilhar o áudio com sua equipe médica.

5- Indicar o melhor caminho para cadeirantes
Tóquio já está se preparando para as Olimpíadas e Paralimpíadas de 2020, e uma das novidades previstas é um aplicativo que ajude cadeirantes a se locomover pela cidade. O alvo do projeto, que deve incluir diversos órgãos de transporte público, é avaliar aspectos como desníveis em calçadas, presença de escadas, rampas, oferta de ônibus adaptado etc. para indicar a pessoas com dificuldade de locomoção quais as melhores rotas. Segundo o periódico japonês Asahi Shimbu, a proposta vai contemplar, inicialmente, áreas próximas a aeroportos, hotéis e estações de trem e metrô, além dos estádios onde serão realizadas as competições nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos.


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